ERHA

Poente

poema, a quem venho lamentar, trago-lhe poucas palavras por dentro, tu bem me conheces, pode dizer o que vê em mim? podridão?. polidêz? por onde anda aquele mal, andei, poema. posso jurar: por meus mundos nessa poça nunca mais. por fora, portas. por dentro, posto […]

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Cartas de Kioto

Sem título

Semblantes de tantas… foste antes sempre ingênuas espressões infantes, Sempre em falta a expressão do amor Sempre farta a expressão da dor Num dia primaveral, Se agraçada, pequena musa, vista-se de fada, Contemple o cêu a a flôr. …não entendeste ainda o amor?

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Roubei um carro e desembarquei no centro do mundo

A tesoureira

Flertei com uma tesoureira. Nào sei se noiva – estava de branco vestida – também estava perdida. Ficou um pouco conosco, saudou o sol e foi embora. Nào sei se a esmo ou se redescobriu sua trajetória

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Mulheres

O vento

O vento, p’ra de sentido o melhor dos seus efeitos, é preciso ser levado além dos brônquios, do peito. É preciso estar além de nu. É preciso estar etéreo.

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