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Escrito por Diane Di Prima
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você é meu pão e o som esguio dos meus ossos você é quase o mar você não é pedra nem som liquefeito eu acho que lhe faltam mãos esse tipo de pássaro voa para trás e esse amor se quebra no vidraça onde a luz não fala esse não é o momento de cruzar línguas (a areia aqui nunca se move) eu creio que o amanhã o virou com seu dedão e você brilhará e brilhará por completo e soterrado.
Tradução de Iosif Landau
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