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Escrito por Bruno Freitas
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A cidade é notória em sua fortaleza E a cada santo dia seus braços expandem Porém, é quando suas lâmpadas acendem Que ela então, expõe sua toda beleza Seus filhos levantam quando o dia amanhece Saem de casa tontos, cumprindo a rotina Num céu claro que escurece na retina Nesta vila nova que nunca envelhece Porém, quando a noite chega e a tarde encerra Seus filhos vão para casa ou para guerra Seu coração fica assim, abandonado Em suas ruas, seus filhos transitam velozes Com suas máquinas terríveis e ferozes E a cidade bebe sangue engarrafado
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